Como se tecido em ar,
áureo teu nome brilha em voz.
Distante,
mais que distante
teu nome perdido
em meus cabelos.
E digo nome
para não dizer a fruta que o envolve,
das doçuras que se faz na boca
ao dizê-lo: mineral, azougue em tempos,
é um dia de dizê-lo azul.
II
E dizê-la
a mulher, invólucro da carne: não a música
tingida no ar
mas o tocar - além de câmaras
além
dos toques
que de compor o ar
abre-o na flor da pele,
destilando o pólen dos dias.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
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1 comentários:
My dearest and sweet poet :)
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